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Vencedor de Oscar participou no Azores Fringe

2016-06-23

Vencedor de Oscar participou no Azores Fringe

  
O homem de letras mais galardoado no mundo, que nasceu na ilha do Faial, há 70 anos, visitou pela primeira vez, desde criança, a ilha que o viu nascer para participar no festival internacional de artes, Azores Fringe.  Christopher Hampton já recebeu dezenas de prémios, tanto na América como na Inglaterra, onde vive. BAFTAs, Prémio Laurence Olivier, Tony, New York Drama Critics Awards, London Film Critics Awards e um Oscar são apenas alguns dos prémios de renome que constam na sua biografia.

"Hoje em dia, fazer um filme, é tão difícil como empurrar ervilhas com o teu próprio nariz para subir uma montanha," diz Christopher Hampton em conversa com Terry Costa, o diretor artístico da MiratecArts, associação organizadora do festival Azores Fringe. A conversa aconteceu ontem à noite, no Teatro Faialense, com uma audiência marcadamente estrangeira, proeminentemente britânica, que está a residir na ilha.
Christopher Hampton nasceu em 1946 na ilha do Faial. O seu pai era engenheiro na empresa de cabos submarinos Cable & Wireless. Passou a sua infância em viagens por vários países e acabou por integrar um colégio, em Inglaterra. Já escreveu mais de 50 peças de teatro e tem cerca do mesmo número em filmes onde ora escreveu os roteiros ora os realizou. Estrelas de Hollywood são numerosas nos seus filmes mas a favorita é a Glenn Close com quem está, correntemente, a trabalhar na nova versão do musical Sunset Boulevard que pretende virar filme em breve - notícia que desenvolveu durante a conversa. "Agora, 20 anos depois de primeiro apresentarmos o musical no palco, chegou mesmo à hora da Glenn Close conseguir o primeiro plano," diz o dramaturgo e realizador, utilizando a famosa frase da personagem Norma Desman "I am ready for my close-up".

Histórias de criança, as suas primeiras escritas, anedotas de projetos e casos nunca antes contados (como o do filme Ligações Perigosas, que teve quase a nunca ver a luz do dia) preencheram a primeira parte da noite. A audiência participou na segunda parte com as suas próprias histórias e conexões familiares com a família Hampton, no Faial. Desde um senhor que trabalhou com o pai do artista, a um outro que o presenteou com o relatório da companhia com a história do pai, no Faial. Jovens artistas fizeram perguntas na onda do mundo artístico ao qual Hampton avançou que "só é artista quem não consegue fazer outra coisa, a vida não é fácil, tens mesmo que saber que é isso que queres para ti."

"Esta noite foi marcante e histórica não só para MiratecArts e o Azores Fringe Festival mas também para os Açores," terminou Terry Costa. O Azores Fringe continua até 30 de junho. www.azoresfringe.com


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