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discoverazores.org

Arte pública na ilha do Pico é Fringe

2015-06-21

Arte pública na ilha do Pico é Fringe

Na passada semana na ilha do Pico, durante o Azores Fringe Festival, três novas peças de arte pública viram a luz do dia.
Fringe é o festival internacional de artes, dos Açores para o mundo, que acolhe trabalho artístico proposto pelos próprios artistas. Desde instalações a pinturas de murais, exposições a workshops, as artes plásticas estão bem representadas no festival.
Nos passados dias, intervenções por três jovens portugueses foram inauguradas.
Paulo Ávila Sousa da ilha Terceira criou duas instalações. PATHS no Jardim dos Maroiços na Madalena e DE.FRAMED II no Lajido. Através da desconstrução de um objecto e sua descontextualização do propósito para que foi criado nasce o conceito refunction. "As peças assumem outra identidade numa nova linguagem visual," diz o artista. "Vivemos numa sociedade de consumo global e imediato, que premeia a produção em série, o objecto replicado, a cópia, a unificação. O corte com o individualismo, com a essência, com a natureza é uma consequência dessa forma de estar. A reestruturação do todo, revela o individual. O indivíduo ganha o seu espaço, a sua ilha enquanto parte integrante de um todo universal, comum a todas as formas de energia." A instalação é móvel e encontra-se no local do Lajido, entre a lava preta.
Diogo deCalle por sua vez veio ao Fringe de Lisboa e decidiu intervir na Quinta das Rosas.
“todo o homem é uma ilha” é um projecto artístico onde a paisagem da natureza se transpõe, através da escrita e do desenho. Utilizando elementos naturais, tais como sementes, frutos lenhosos, paus e cascas de árvore é criado um alfabeto. A cada combinação destes elementos corresponde uma letra do abecedário gerando assim um código visual novo. De seguida com este novo código é feita uma intervenção na parede colando as diferentes letras para formar palavras e frases de sentido, apresentando-se de duas formas: a escrita e a estética. É um projecto que junta estes dois mediums e que procura aproximar o espectador do mundo natural.
Da ilha de São Miguel, Verónica Melo está a investir o mês de Junho no Fringe na ilha do Pico. Entre a liderança de workshops para os mais pequenotes e pinturas de vários projetos, a artista também está intervindo na paisagem da ilha montanha. A sua primeira peça apresentada foi o mural "No Mundo da Lula", que se encontra na Areia Larga, adjacente ao Petisca Restaurante. A peça junta-se ao Roteiro de Arte Pública da Madalena, que está a ficar cada vez mais rico.
Mais obras de arte pública ainda vão ser apresentadas no festival. O encontro de ilustradores acontece no ultimo domingo do mês de Junho e tem participação já confirmada de artistas do continente português, assim como de várias ilhas dos Açores, e ainda três artistas canadianos. Recorde-se que a peça "Flora Azorica" de Rocio Matosas, que veio até ao festival do Uruguai, foi a primeira obra desta terceira edição do Azores Fringe.
Para a programação de eventos Fringe, ainda a acontecer nas ilhas do Pico, Graciosa e São Miguel, visite www.azoresfringe.com 

FOTO: "todo o homem é uma ilha" de Diogo deCalle a ser apreciado por visitantes na Quinta das Rosas, Pico 


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